sexta-feira, 14 de julho de 2017

A Ordem Jedi - A saga dos guerreiros místicos




"Por mil gerações os Cavaleiros Jedi foram guardiões da paz e da justiça na Galáxia..."
 Obi-Wan Kenobi


A ordem Jedi se assemelha em muitos aspectos às ordens monásticas cristãs e budistas, mas difere no principal quesito: a Ordem Jedi é uma ordem de Monges Guerreiros que buscam a paz na Galáxia, mas quando necessário, usam a força (no sentido bruto mesmo) para alcançá-la. Isso não quer dizer que no nosso mundo isso não tenha acontecido, pois as ordens monásticas dos Cavaleiros do Templo e dos Monges Budistas Shaolin são ordens religiosas mais parecidas com a Ordem Jedi, tanto em sua história como em sua estrutura.

A Ordem dos Cavaleiros do Templo ou simplesmente Templários, foi uma Ordem religiosa fundada em 1119 por Hugues de Payns e Geoffroy de Saint-Omer. Em Star Wars, a Ordem Jedi surgiu oficialmente em Tycho com a reunião de vários seres interessados em estudar a Força que mais tarde incluiram o estudo militar como aprimoração do estudo da Força. Assim como em Star Wars, a Ordem do Templo foi concretizada em meio a conflitos. Sua sede foi erguida na Colina Sagrada do Templo em Jerusalém. O local aonde se erguia o Templo de Salomão, e aonde é hoje a Mesquita do Domo da Rocha (Qu-bbat Al Sakhra). Segundo os historiadores, o Templo/ Fortaleza dos Cavaleiros Templários era maior que o antigo Templo de Jerusalém, sendo uma das maiores construções da época. Em Star War, o Templo Jedi se erguia sobre uma colina considerada sagrada em Coruscant. Sob essa colina se ergueu uma das maiores construções de Coruscant, o Templo Jedi.


Assim como em Star Wars, o QG dos Templários era ao mesmo tempo um santuário, um mosteiro aonde os Cavaleiros oravam e estudavam os textos sagrados e um lugar de treinamento militar. Em Star Wars, Coruscant é o planeta mais importante da Galáxia, sendo a sede do poder político e econômico da Galáxia. Na Idade Média, Jerusalém era o centro cultural do mundo pelo fato de ser uma cidade que ligava o oriente ao ocidente. Fora sua influência para as três religiões monoteístas. Mas a Ordem cresceu e adquiriu popularidade entre a sociedade. Tanto em Star Wars quanto no nosso mundo, os princípios das Ordens eram buscar a comunhão com a Força(Deus no caso dos Templários), e ajudar os necessitados, aonde todos os membros seguiam um código ético a fim de agirem de acordo com a vontade da Força(Deus ou GADU). Ambas as Ordens tinham uma hierarquia, desde os recém iniciados até o Comandante Chefe, no caso dos templários Jacques de Molay e Geoffroy de Charnay foram os líderes mais importantes (uma espécie de Yoda e Luke, respectivamente). Cada vez mais a Ordem enriquecia devido às contribuições da sociedade cristã e pelos seus serviços prestados ao cristianismo.


Nessa época a política estava diretamente ligada à religião, embora não se tratasse de uma Teocracia. A França, governada por Felipe, o Belo, era nessa época o país mais influente na Europa, como consequência, no mundo cristão. Felipe era ambicioso e invejava a riqueza conquistada pelos Templários, que por sinal, se tornaram mais ricos que a França. Como a inveja leva ao lado negro, podemos dizer que Felipe tornou-se um Sith, uma vez que denunciou a Ordem ao Papa Clemente V, sob às acusações que os Templários estavam adorando Baphomet, uma espécie de representação do demônio para a época. Outra coisa que fazia as pessoas acreditarem nisso era o caráter de Sociedade Secreta que a Ordem apresentava. Sob essas acusações a Ordem foi perseguida, seu QG destruído e seus membros mortos. Os que conseguiram sobreviver, foram para o exílio para não serem presos pela Igreja e condenados à fogueira(nesse tempo não existiam Clones com Blasters nem um Anakin furioso).



Em Star Wars já sabemos o que ocorreu: com a desculpa que os Jedi queriam tomar o poder do Senado, Palpatine cassou a Ordem (a Igreja era a principal instituição da época, e o medo de perder esse poder, fazia com que ela massacrasse qualquer movimento aparetemente opositor à ela, nesse caso uma aparente "Ordem Satânica", algo que ela mais temia pela ameaça do "Anticristo"...). Assim chegava ao fim a primeira Ordem Jedi, assim como a do Templo, uma vez que mais tarde tanto a Ordem Jedi quanto a Ordem do Templo foram recriadas perdendo seus aspectos originais. Elas tornaram-se opostas: Enquanto que a antiga Ordem Jedi era uma espécie de Sociedade Secreta, com a fundação da nova Ordem tornou-se mais pública. Já a Ordem do Templo que não tinha nada haver com uma Sociedade Secreta, renasceu como uma Ordem Maçônica denominada Cavaleiros da Cruz fundada por Bernard Raymond na França. As fundações não eram mais as mesmas, e a Ordem não tinha mais o poder de antigamente. Assim como a Ordem Jedi, a Ordem atual dos Templários passou por crises e agora (no caso de Star Wars, após a Nova Era), a Ordem se limita a uma pequena Ordem Maçônica.


Do outro lado do mundo, mais precisamente na China, a Ordem dos Monges Shaolin, é a Ordem monástica que mais se assemelha à Ordem Jedi. Desde suas práticas até a concepção do que seria a Força, o KI. A Ordem dos Monges Shaolin é conhecida no Ocidente pela sua arte macial, o Kung Fu Shaolin, uma espécie de arte macial Jedi aonde seus praticantes unem os ensinamentos budistas às artes marciais buscando o equilíbrio perfeito entre o corpo e a mente. Shaolin quer dizer "Floresta Jovem" em mandarim. A Ordem assim como a dos Jedi, foi fundada com o propósito de manter a paz na região da China aonde os monges habitavam. Unindo o treinamento militar com a regra budista, os monges tornaram-se praticamente um exército religioso pronto a defender o Imperador caso precisasse.

A arte macial Shaolin era a mais perfeita combinação do uso dos ensinamentos de Buddha com as técnicas mais precisas de luta corporal e com armas brancas. Desde crianças os monges eram treinados com afinco, e ao atingirem a idade adulta eram capazes de praticamente voar entre seus adversários derrubando-os com um só golpe. Essa tradição existe até hoje aonde os monges Shaolin são a mais perfeita tradução das tradições e crenças orientais à respeito do equilíbrio espírito-corpo.


Seja no mundo ficcional, ou no mundo real, as Ordens religiosas ultrapassam o místico e tomam forma diante dos nossos olhos, mostrando-nos que o homem é mais que matéria, é espírito, é a mente, e quando consegue unir os dois no mais perfeito equilíbrio, somos capazes de fazermos coisas incríveis, seja por meio do nosso corpo, fala, ou mente. Nem que pra isso precisemos de uma "Força".


Que a Força esteja conosco.

TFA a todos!

Regularização da Fraternidade e Amizade-4516 - no GOB.




















quinta-feira, 13 de julho de 2017

Sem melindre e sem orgulho….por favor!


Melindre Originariamente, um simples e comum substantivo masculino, com o sutil significado de ser a delicadeza no trato, cuidado extremo em não magoar ou ofender por palavras ou obras.
Tornar melindroso;  Ofender o melindre de, magoar, escandalizar.
Orgulho, manifestação do alto apreço ou conceito em que alguém se tem.

É o que dizem os dicionários…

Infelizmente ainda no planeta, no estágio em que nos encontramos vemos muito disso nos meios sociais, trabalho, familiar, vizinhos e muito mais nos grupos de ações beneficentes, não importando a religião ou filosofia desse grupo. O cuidado com o “melindre e o orgulho” deve ser maior para o Maçom, conhecedor que é de suas próprias fraquezas e imperfeições. Uma luta constante, observar a cada momento o seu “eu interior”.

O maior entrave para o desenvolvimento do ser humano é o “melindre”, sendo ele o verdadeiro vírus da discórdia. Ele ataca sorrateiramente a todos aqueles que, invigilantes, dão valor maior do que o devido a si mesmo. O amor próprio tem um limite.

É importante ter amor próprio mas na dose certa, precisamos cuidar de nossa aparência e gostar de nós mesmos.
Esse amor não pode superar o limite do razoável. Quando passamos a nos julgar superiores a nossos irmãos, avançamos para a vaidade, para o orgulho, para a falsa superioridade. Ao atingir esse estágio perigoso, todas as idéias, observações ou palavras de nossos semelhantes que são contrárias ao nosso ponto de vista nos machucam muito.

Vem então o “melindre”, não aceitamos ser contrariados, colocados de lado. Não aceitamos opiniões diferentes enchendo-nos de mágoas e de não me toques. E o pior é que isso nos entristece, nos tira do equilíbrio, trazem conseqüências físicas e afetam profundamente nosso relacionamento com pessoas queridas.

Encontramos o “melindre e o orgulho” na Maçonaria, aqueles que se dedicam a sua divulgação, onde são colocados a prova o conhecimento e boa vontade em aceitar as diferenças. Aqueles que ainda acreditam que Loja Maçônica é “dele” ou a Loja Maçônica tem “dono”, e tudo que ele faz é dele ou é por ele, não entendendo que seja por qualquer meio de comunicação a Maçonaria está em primeiro lugar. A Loja Maçônica tem alguém responsável o seu Venerável Mestre, para responder pela administração,pelos ditames normais do RGF, Constituição e as leis do país em que se encontra, mas não é “dono”, sim um árduo trabalhador da Maçonaria, em favor dos Irmãos e da Loja. Pois na Maçonaria não há donos! Existe uma máxima, os antigos governam e os novos obedecem. Os Mestres Instalados e Decanos são a base de uma Loja Maçônica e os aprendizes e companheiros são os que trabalham e aprendem. O respeito ao Venerável Mestre e aos Mestres Instalados é supremo e inquestionável.

O erro está, neste caso, em o melindrado esperar (e até exigir) gratidão de todos pelo trabalho que ele desenvolveu na Loja, confundindo obrigações com favores. Ora, obrigações não implicam de modo algum em gratidão, muito especialmente se levando em conta que quem as assume, o faz livremente e jurou cumprir suas obrigações. Daí, quando contrariado, ferido em seu orgulho pessoal, julga-se vítima de ingratidão, de injustiça… e ameaça retirar-se, quando não se esquiva definitivamente e pede o seu Quite-Placet.

Outro agravante no fato que envolve o Irmão descuidado, o “melindre” propele a criatura a situar-se acima do bem de todos. É a vaidade que se contrapõe ao interesse geral. Assim, quando o Maçom se “melindra”, julga-se mais importante que a Maçonaria e melhor que a própria tarefa em Loja.
“Muitas vezes ninguém vai a um templo Maçônico para dar, primeiramente. Todos nós aí comparecemos para receber, antes de mais nada, sejam quais forem as circunstâncias.”

Ainda tem mais, a mágoa destrói nossas resistências orgânicas. Ela obstrui os nossos canais responsáveis pela circulação sanguínea e pelo equilíbrio de nosso corpo físico.
O melindre é causa de muitas discussões que poderiam ter sido evitadas. Bastaria uma atitude de tolerância, de compreensão, uma boa conversa, franca e objetiva. Todos nós, espíritos ainda imperfeitos vivendo na Terra, estamos sujeitos a ter atitudes e a falar palavras ofensivas a nossos irmãos, e que a tolerância mútua e o perdão podem transformar em coisas banais e sem importância os episódios que julgamos terríveis ofensas que nos fazem.
Uma pequena discussão entre marido e mulher pode trazer muita discórdia e até separações por causa do melindre. Tolerância é ainda o melhor remédio para a manutenção da paz nos lares.
O mesmo acontece entre pais e filhos, entre irmãos e entre amigos, muitas vezes provocando o afastamento de pessoas que se amam, apenas por terem se deixado levar pelo melindre. Muitas Loja respeitáveis  e até Potências Maçônicas podem ser atingidas por esse terrível vírus.
Lutemos contra o “melindre e o orgulho”, colocando a tolerância antes de tudo, afinal muitos são os que nos toleram as nossas fraquezas e usando da Egrégora da Loja, nosso leme para mudarmos, renovar nossos pensamentos e atitudes.

Sem “melindres, sem “orgulho”.

Fraternalmente;


Adaptação: Ir.Denilson Forato – M.I.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Geração Z um bando de infelizes e mal educados


ORIGEM DO PROBLEMA

 Fui criado por pais que tiveram que ralar duro por sua independência financeira, trabalharam em empregos que não gostavam para ter o mínimo para viver e proporcionar aos filhos. Grande parte dessa geração Baby Boomers (x) = TV (que surgiu a partir da década de 50) tinham como estilo a busca por uma segurança econômica, priorizando carreiras seguras, estabilidade financeira e profissional. Se trabalhassem duro, atingiriam os objetivos traçados. Sem muitas oportunidades para sonhar, suas aspirações foram empurradas para as próximas gerações. Eu faço parte da geração Yuppies (ou simplesmente geração Y= PC), surgiu anos 70 até meados dos 80. Acompanhei os maiores avanços tecnológicos e também a quebra de paradigmas do mercado de trabalho. Fazemos diversas coisas ao mesmo tempo e desejamos novas experiências. Enquanto a geração anterior procurava estabilidade e equilíbrio, a nossa quer movimento e inovação. Somos a geração híbrida,muito estudos,nerds que teve que conviver com a transição do analógico para o digital.

Mas foi entre os jovens nascidos no final dos anos 80 e meados de 90 que a coisa toda desandou. A geração   Z  = Smartphone, nasceu sob o advento da internet, do boom tecnológico e para eles estas maravilhas da pós-modernidade não são nada estranháveis. Videogames super modernos, computadores cada vez mais velozes e avanços tecnológicos inimagináveis há 25 anos atrás. Com um comportamento extremamente individualista e, de certa forma, antissocial. Os valores familiares pregados pela Geração Baby Boomer (x), seguidos pela (Y), já não são válidos (conversar com os pais, sentar-se à mesa, etc). O contato virtual sobrepõe o mundo real. Esta também é chamada de Geração Silenciosa, pelo fato de estarem sempre de fones de ouvido (seja em ônibus, universidades, em casa…), escutarem pouco e falarem menos ainda – pode ser definida como aquela que tende ao egocentrismo, preocupando-se somente consigo mesmo na maioria das vezes. É sobre membros desta geração que gostaria de falar…

* ELES SÃO PROTAGONISTAS DE TUDO (QUEREM IR NA JANELINHA)
* ELES NÃO APRENDERAM A OUVIR NÃO, SÓ SIM!
* PESSOAS QUE NÃO SABEM O QUE É PERDER E RECOMEÇAR.
* EU SOU MAIS ESPECIAL QUE OS OUTROS, EU SOU MAIS EU! I´M THE BEST FU...THE REST - EGOISTAS

UMA GERAÇÃO INFELIZ Membros da geração Z tiveram a sensação de possibilidade ilimitada. Ao invés do conforto das possibilidades proporcionarem uma vida melhor, isso deixou-os sentir-se tremendamente esperançosos sobre as decisões da vida adulta, sua carreira, até o ponto em que os objetivos de um céu de brigadeiro de prosperidade segura que seus pais tanto apontavam não vieram. Esta equação entre poder tudo e ser especial tinha criado um problema demasiadamente grande a se revolver nesta geração: a infelicidade. Tudo isso por uma simples fórmula:

Felicidade = Realidade – Expectativas

A coisa funciona de uma maneira bastante simples. Quando a realidade da vida de alguém é melhor do que eles esperavam, ele fica feliz. Quando a realidade acaba por ser pior do que as expectativas, torna-se infeliz. Isto leva a outros atributos da geração Z.

  
UMA GERAÇÃO QUE NÃO CONSEGUE TER FOCO NA VIDA

Com a internet, você pode aprender qualquer coisa a qualquer hora, basta ver um tutorial, passar 10 minutos na frente do seu monitor e voilá, tornou-se um especialista no assunto. Você não tem tempo (nem saco) para dedicar-se em uma coisa só, por um longo período. Logo, abandona. Da mesma forma como o conhecimento vem de maneira rápida, ele esvazia-se no mesmo instante. Você até aprende a fazer de tudo um pouco, mas estas pílulas de conhecimento não criarão raízes e deixarão profundidade em você. O resultado é que você não conseguirá ser realmente foda em nada se não se especializar. A falta de foco e o fato de fazerem tudo ao mesmo tempo cria várias lacunas na geração Z.

UMA GERAÇÃO ONDE TODOS SÃO BEM SUCEDIDOS E FELIZES, O MUNDO DO FACEBOOK.

As redes sociais (facebook, twitter, instagram, snapchat, etc) criaram um precipício entre a realidade do nosso cotidiano e aquilo que queremos passar para as outras pessoas. Basta dar uma zapeada nelas e você verá fotos bonitas, ambientes perfeitos, pessoas extremamente inteligentes (e frases fodas), uma galera feliz, vivendo coisas fantásticas.

Quando o espectador observa estas imagens, cria um choque de realidade com sua vida comum, chata e simplória. A grama do vizinho sempre é a mais verde, os momentos que seus amigos passam são sempre os melhores. Não adianta o que faça, sua vida sempre será mais ‘PRA BAIXO’ do que a dos colegas que compartilharam aquela foto chic no Instagram. 
E as roupas? Os tênis? Os celulares? Os carros?As casas? E assim vai!

Para mudar este jogo, existem algumas coisas que membros da geração Z precisam aprender.

* O SUCESSO NÃO VEM RÁPIDO, LEVA ANOS E MUITO ESFORÇO E RELACIONAMENTO HUMANO
* ACEITE CRÍTICAS, APRENDA A LIDAR COM A FRUSTRAÇÃO, COM AS DERROTAS DA VIDA
* VEJA SE VOCÊ TEM SENSO DE GRANDEZA? VOCÊ É O “CARA”? É MESMO?? COM 20 E POUCOS ANOS?
* MANTENHA SUA AMBIÇÃO DE JOVEM  E FOCO NO SUCESSO, ESTUDE E APRENDA PRIMEIRO
* VOCÊ NÃO É ESPECIAL (AINDA) – ATÉ TONNY STARK – FEZ SUCESSO COM 40 ANOS! (IRON MAN)
* A GRAMA DO VIZINHO NÃO É TÃO VERDE QUANTO VOCÊ PENSA (TIRA O OLHO DO QUE É DO OUTRO)
* A VIDA VIRTUAL, NADA TEM HAVER COM A VIDA “ REAL” – LEMBRE-SE QUE NOS FILMES USAM CROMAQUI.

Se trabalharmos esses pontos, de forma séria teremos menos jovens viciados em drogas lícitas, ilícitas, tecnologias, frustrados, mal educados, bananas, inúteis e serão gente de carne e osso.

MAS SAIBA DE UMA COISA

A culpa é nossa, pois não queremos nossos filhos e parentes sofrendo, oque muitos de nós sofremos no passado.
Mas, todo crescimento é doloroso, todo aprendizado requer suor e lágrimas.
Deixemos cair,ralar os joelhos e levantarem, pois vale mais a dor de um joelho ralado, do que a dor de um coração partido dos pais, ou até coisa pior.

Reflitamos meus Irmãos.

TFA


Ir. Denilson Forato M.I.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Como o G.’.A.’.D.’.U.’. vê quem trata o Irmão de forma ruim.


O orgulho é um dos assuntos mais proeminentes do Livro da Lei (há quem não leia), que utiliza pelo menos 17 palavras diferentes (e incontáveis variações) para descrever esse mal espiritual.

Infelizmente, a perspectiva de muitos Maçons sobre a soberba é tão superficial, que os faz ignorar que, na própria vida deles, esse sentimento esteja presente. Eles podem facilmente identificá-lo em estrelas arrogantes de cinema, ricos esnobes, personalidades egoístas dos esportes, ou ainda em colegas de trabalho verbalmente agressivos. Mas pergunte aos Maçons de carteirinha se eles têm lutado para não serem orgulhosos, e a negação de muitos virá rapidamente: “ah, não! Eu não!”

Humilhar-se, rebaixar-se pode parecer um sinal de fraqueza e dependendo das orientações que você anda ouvindo, você pode estar sendo muito tentando a NÃO se rebaixar em seus relacionamentos com os outros, mas segundo os conselhos de Pedro o Apóstolo uma forma de se humilhar Ao G.’.A.’.D.’.U.’. ( DEUS), é se sujeitar aos irmãos. Não, não é se sujeitar apenas aos líderes, aos Venráveis Mestres, aos M.I.s, ou autoridades; mas sujeitar-se a QUALQUER OUTRO IRMÃO, independente de grau e cor de avental.

O respeito ao valor de cada pessoa humana, o reconhecimento de quem o homem é aos olhos de Deus, nos faz enxergar as coisas de forma diferente. Quando curvamos nossa cabeça para respeitosamente ouvir as perspectivas do outro, estamos sendo servos obedientes do Todo Poderoso, que nos deu a ordem de amar, respeitar e nos sujeitarmos aos outros Irmãos.

Amar e respeitar com sinceridade os Irmãos, é a mais verdadeira expressão de obediência aos ensinamentos Maçônicos.

Dói-me, no coração, quando um Irmão me conta alguma história, de decepções com Irmãos, devido a comportamento soberbo e orgulhoso. Isso mostra que a Loja do Irmão é péssima e que não há instrução ou  que o Irmão soberbo, já atingiu o ponto máximo do conhecimento, iluminação e acho que já está fazendo hora extra nesse mundo, já é santo.
Então digo a todos, sejamos humildes, sejamos irmãos de verdade, sem soberba ou frescura, somos como a corda de 81 nós, unidos pelo universo. Devemos olhar o irmão com carinho, e em suas dificuldades, seja de saúde,finanças,trabalho, que seja; ajudar e não comparar ou tirar presunções apressadas.

Não trate seu irmão pelo carro que tem, pela roupa que veste, pela posição social. Trate-o como “seu Irmão” – pois assim ele o é, querendo ou não. Faça pontes de amizade e não muros de defesa.

Ajude hoje, pois você não sabe o dia de amanhã!
A vida se desfaz com um sopro!
E o G.'.A.'.D.'.U não vê com bons olhos, Irmãos soberbos! Pense nisso!


Denilson Forato-M.I. 

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Palestra: A Kabbalah e os deuses de todas as religiões.

Parabéns aos Irmãos : 
Artur da Costa Sanfins,Bruno de Oliveira, Carlos A.Pereira e Renato.R.da Silva.
Que compareceram em Ribeirão Pires e Sessão Magna de Palestra, representando a nossa Loja.

A Adm. Agradeçe.